Jeff criança, em uma bicicleta azul e amarela, no quintal com piso de caquinhos.

FADO. · Uma história feita de fragmentos

Toda memória
começa por
um cheiro.

Antes de ser uma fragrância,
foi um lugar.

Entre na nossa história Jeff. O quintal de casa.
Uma memória que ficou.
01 / De onde a gente vemArquivo de família
A nossa família. O começo de tudo.

Tem lugares
que ficam
na gente.

A família na varanda. O tempo à mesa. O quintal de casa. A gente cresce, vai embora, volta. E leva um pouco de tudo isso junto.

A FADO. nasceu dessa vontade de reencontrar. De trazer à tona, através de aromas, uma memória que a gente nem lembrava que sentia falta.

“Esses pisos de caquinhos sempre fizeram parte das minhas memórias.”

Jeff · FADO.
Siga os caquinhos

02 / Uma lembrança ganha forma

Antes da marca,
o quintal.

Jeff, no quintal de casa. Infância, anos 1990. Os caquinhos de terracota já estavam ali.

000/ 336 cacos reais
A fotografia inteira de Jeff na bicicleta, antes do zoom até o piso.

Role devagar. A memória se desenha.

Uma pequena imperfeição. Uma história inteira.

Até o nosso ponto
tem um começo.

Rascunhos do desenho da marca FADO com a palavra e o caquinho.

O desenho de uma ideia

Uma ideia
puxa a outra.

A lembrança virou traço. O traço virou letra. E, entre um rascunho e outro, a gente encontrou um jeito de assinar a nossa história.

03 / As referências vêm da vida

Antes da fórmula,
a vida acontece.

Um ramo de alecrim. Uma janela aberta. O tempo no quintal. Tem coisas que a gente guarda sem perceber.

01Estar perto. Mesmo longe de casa.
02Um cheiro. E tanta coisa junto.
03O lugar que continua na gente.

Da referência ao laboratório

Da memória
à matéria.

Do encontro nasce uma ideia. Da ideia, um experimento. A gente formula, testa, escuta e refina. Até uma lembrança encontrar a sua forma de cheiro.

Pequenos lotes. Atenção por inteiro.
Amália Rodrigues cantando, em uma fotografia em preto e branco de 1969.Amália Rodrigues · 1969

04 / Por que Fado?

Saudade,
em forma de som.

Minha família é de origem portuguesa. E o afeto sempre veio pelos sentidos: pela comida, pelo vinho, pelo tempo à mesa.

O fado é uma música portuguesa que dá voz à saudade: mistura alegria, lembrança e melancolia. No canto de Amália, os olhos marejam, e a gente nem sabe dizer por quê.

Escolhemos o nome FADO por essa mistura de memória e melancolia. Se a música dá forma à saudade, a nossa FADO quer dar a ela um cheiro.

Uma pausa para lembrar

Caquinhos
da memória.

As pessoas mudam. O afeto a gente reconhece.
Encontre os três pares de memórias.

Os amigos abriram seus álbuns. Os mesmos caquinhos, outras infâncias.

0/ 3 pares0encontros

Encontrou o par? A foto passeia até os caquinhos. Toque para ver a memória inteira.

FADO. · Laboratório de memória olfativa

Um cheiro.
E você está lá.

É por isso que a gente formula, testa e refina cada fragrância. Produções em pequenos lotes, para dar às lembranças um caminho de volta.

Sinta a FADO.
Voltar à FADO.

FADO.

Memórias com origem.

As fotografias de família e dos amigos pertencem ao acervo compartilhado com a FADO. O traçado, os 336 cacos e a marca vêm dos arquivos originais da casa.

Retrato de Amália Rodrigues, 7 de março de 1969. Acervo Anefo / Nationaal Archief. Fotógrafo não identificado. Recorte disponibilizado no Wikimedia Commons.